BH reduz mortalidade infantil e cumpre meta da ONU

Taxa era de 14,36 óbitos em 2005 e chega a 9,7 óbitos por mil nascidos vivos. Brasil também já alcançou o quarto ODM

25/09/2014 15:54

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
A redução da mortalidade infantil é a quarta meta dos Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) até 2015. Belo Horizonte alcançou o indicador antecipadamente. Em 2005, a taxa era 14,36 óbitos por mil nascidos vivos e neste ano, o município chegou a 9,7 óbitos por mil nascidos vivos.

A meta da ONU propõe a redução de 2/3 da mortalidade infantil, partindo dos dados da década de 1990. Em 1993, a capital tinha 34,6 óbitos por mil nascidos vivos e já em 2011, essa meta foi atingida, com 10,37 óbitos a cada mil nascidos vivos.

O Brasil também já alcançou o resultado. O índice, que era de 53,7 mortes por mil nascidos vivos em 1990, passou para 17,7 em 2011 (leia mais).

Esforços na capital
A ampliação do acesso à atenção primária, em especial ao pré-natal e cuidados ao recém-nascido nos 147 centros de saúde da cidade estão entre as ações que ajudaram a capital mineira a bater a meta. O aumento no número de Equipes de Saúde da Família (ESF) – grupo multidisciplinar de profissionais que oferece cuidados integrados a este público – também colaborou para melhorar o acesso e qualificar a assistência às gestantes e crianças da rede pública.

Conheça os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)
Acabar com a fome e a miséria
Educação básica de qualidade para todos
Igualdade entre os sexos e valorização da mulher
Reduzir a mortalidade infantil
Melhorar a saúde materna
Combater a Aids, a malária e outras doenças
Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
Todo mundo trabalhando para o desenvolvimento

Outros resultados
Das oito metas, o Brasil já cumpriu antecipadamente dois objetivos: Acabar com a fome e a miséria e Reduzir a mortalidade infantil.

VÍDEOS RECOMENDADOS

MAIS SOBRE SAÚDE PLENA