Mortes por câncer de mama no mundo aumentam 14%

Foi a maior alta entre todos os 28 tipos de câncer pesquisados por órgão vinculado à OMS. No Brasil, índices são ainda maiores

por Agência Estado 13/12/2013 09:21

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
O número de mortes decorrentes do câncer de mama no mundo cresceu 14% entre 2008 e 2012, aponta relatório divulgado na quinta-feira, 12, pela Agência Internacional para a Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), órgão vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Foi a maior alta entre todos os 28 tipos de câncer pesquisados.

No ano passado, 522 mil mulheres morreram vítimas da doença. A incidência desse tipo de câncer também aumentou. Cerca de 1,7 milhão de mulheres foram diagnosticadas com o tumor no ano passado, número 20% superior ao registrado em 2008.

Segundo pesquisadores da agência, a alta é puxada pelo aumento no número de casos e de mortes nos países menos desenvolvidos, nos quais os tratamentos mais avançados ainda não estão disponíveis.

Considerando todos os tipos de câncer, foram 14,1 milhões de casos e 8,2 milhões de mortes no ano passado, contra 12,7 milhões de registros e 7,6 milhões de óbitos registrados no levantamento anterior, referente ao ano de 2008. No caso das mortes, a alta foi de quase 8%.

A estimativa da Iarc é de que o número de casos no mundo chegue a 19,3 milhões em 2025, por causa do aumento e do envelhecimento da população. Os tipos mais comuns de câncer registrados no ano passado foram de pulmão (13%), mama (11,9%) e colorretal (9,7%).

Brasil
No País, os índices de incidência e mortalidade dos dois tipos mais comuns de câncer são maiores do que os índices mundiais. No caso do câncer de mama, o mais comum entre as mulheres, foram 59,5 casos para cada 100 mil habitantes, contra 43 casos por 100 mil habitantes no mundo.

Já o tumor de próstata, o mais recorrente entre os homens, teve 76,2 registros para cada 100 mil habitantes no País. Em todo o mundo, a incidência cai para 31,1 casos para cada 100 mil habitantes.

VÍDEOS RECOMENDADOS

MAIS SOBRE SAÚDE PLENA