Raça Negra e Alexandre Pires sobem ao palco juntos em BH

Artistas se juntam no Expominas em apresentação recheada de novidades

por Estado de Minas 14/08/2015 11:35

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SOM LIVRE/DIVULGAÇÃO
Raça Negra testa em Minas o repertório do futuro DVD (foto: SOM LIVRE/DIVULGAÇÃO)
Um baile com direito a canções de Skank, Wando e Tim Maia, além de pencas de sucessos do Raça Negra, como 'É tarde demais', 'Cheia de manias' e 'Doce paixão'. É o que promete o cantor Luiz Carlos para o show do grupo de pagode, hoje à noite, no Expominas. Tudo no maior capricho, pois os rapazes já ensaiam para gravar DVD no Morro da Urca (RJ), em setembro. A ideia é testar junto ao público o que está bom e o que pode melhorar, pois o Raça, antes de registrar algo novo, sempre procura saber a opinião dos fãs mineiros.


“Para nós, todo show é um grande baile, com o pessoal dançando e cantando. Nenhum artista faz show sozinho. Se subiu no palco, é pra fazer o melhor possível. O público é o patrão”, afirma Luiz Carlos. Está aí um dos conselhos dele para quem quiser começar a carreira. O outro é trabalhar muito e aproveitar todas as oportunidades. “E não perder nem foco nem a esperança, pois começo de carreira é difícil neste país em que todos querem ser cantores ou jogadores de futebol”, completa Luiz.

EM FAMÍLIA Tocar em Minas Gerais é especial, reforça o artista. Nascido em São Paulo e filho de mineiros, ele conta que o estado apoia o Raça Negra. “Setenta por cento da nossa agenda é mineira. Quase toda semana estamos por aí”, observa, elogiando a comida e o povo. “As pessoas falam como eu, é como visitar a família”, resume.

A carreira do cantor começou em São Paulo, mas ele jamais perdeu a conexão com Minas. Inclusive, foi Luiz Carlos, com a devida autorização de dona Abadia e de seu João, quem levou o jovem uberlandense Alexandre Pires para cantar no Rio de Janeiro e São Paulo. “Alexandre é um dos maiores showmen do Brasil”, afirma o “padrinho”. Hoje à noite, os dois se apresentarão no palco do Expominas.

RESPEITO
Com a autoridade de ter criado o Raça Negra, somado 32 anos de carreira e vendido milhões de discos, Luiz Carlos pede respeito ao samba. “Só nós, brasileiros, tocamos samba. Então, esta é a genuína música brasileira, reconhecida assim em todo o mundo”, argumenta.

Aliás, Luiz Carlos revela: em suas visitas a Minas Gerais, tem tomado conhecimento de grupos de samba de muita qualidade criados por aqui.

PECADO ORIGINAL

Antônio Cunha/Esp.EB/D.A Press
Alexandre Pires: repertório romântico e brincalhão (foto: Antônio Cunha/Esp.EB/D.A Press)
Nesta sexta, Alexandre Pires chega a BH para apresentar o disco 'Pecado original', que traduz sua aposta cada vez maior no pop. O cantor continua buscando equilibrar canções divertidas, romantismo e sambas dançantes – aspectos reafirmados no palco.

Quem for ao Expominas vai ouvir 'Barraqueira', nova composição sobre uma garota que arruma confusão na balada e deixa o seu homem enciumado. “Apesar de gostar muito do romântico, também gosto de iniciar meus projetos com esse tipo de canção, mais divertida e irreverente”, conta Alexandre, cujas apresentações estão cada vez mais performáticas. Como todo showman, ele não se intimida em cantar e dançar com o apoio de recursos audiovisuais.

ALEXANDRE PIRES E RAÇA NEGRA

Nesta sexta, a partir das 23h. Expominas, Avenida Amazonas, 6.200, Gameleira. Pista: R$ 50. Camarote open bar: R$ 120 (feminino) e R$ 160 (masculino). Mesas: R$ 600 (setor 1) e R$ 500 (setor 2). Classificação etária: 16 anos.
Apoio: Estado de Minas. Informações: (31) 3281-2737 e pela internet.

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