Dibigode lança disco em homenagem a Ataulfo Alves com show nesta terça

Faixas de 'Garnizé' serão apresentadas no Teatro Francisco Nunes

por Carolina Braga Eduardo Tristão Girão 14/04/2015 08:30

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Funarte/Divulgação
Banda Dibigode faz música instrumental, cai no samba e não perde o rock (foto: Funarte/Divulgação)
Primeiro foi um convite pontual, para apenas um show. Mas a partir do encantamento com a obra de Ataulfo Alves os integrantes do Dibigode pensaram: por que não explorar mais a obra deste mineiro ilustre de Ubá?. Assim nasceu o disco 'Garnizé', com lançamento em Belo Horizonte marcado para esta noite, no Teatro Francisco Nunes.

Incensado no cenário da nova música instrumental mineira, o Dibigode caiu no samba sem deixar de lado as referências do rock e do pós-rock. “A gente procurou construir um repertório equilibrado. Tentamos não puxar para um lado muito óbvio, tocando somente os grandes clássicos, e nem para um lugar “lado B” demais. Queríamos que as novas músicas criassem um vínculo com as pessoas que já acompanham o nosso trabalho e com as pessoas que são ouvintes do Ataulfo”, diz o baterista Tiago Eiras.

Há inovações e uma delas é a participação de Dona Jandira nos vocais de 'Na cadência do samba'. A primeira versão do arranjo tinha uma parte em coro. “Dava um ruído interessante no meio de um show instrumental. Mas na hora de gravar a gente decidiu fazer uma versão mais saudosista, que se rendesse de maneira mais direta à canção e ninguém mais adequado que a nossa queridíssima Dona Jandira”, explica Eiras. O clarinetista americando Pat O’Keefe também participa do álbum.

Garnizé foi produzido por Zachary Hollander e gravado no The Pearl em Mineápolis, Estados Unidos. “Ele foi essencial na construção da estética do disco, na regulagem dos timbres, na escolha dos microfones e nas técnicas de microfonação/gravacão. Tudo foi gravado em rolo de fita, o que contribui para uma sonoridade antiga que queríamos para o disco”, conta o baterista. O álbum está disponível para download no site da banda, www.dibigode.com. O Dibigode é formado por Gabriel Perpétuo (guitarra), Vicente França (guitarra), Guilherme Peluci (saxofone), Antônio Vinícius (baixo) e Tiago Eiras (bateria).

Dibigode
Teatro Francisco Nunes, Av. Afonso Pena, s/nº, Parque Municipal, Centro. Nesta terça-feira, 20h. R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

VÍDEOS RECOMENDADOS

MAIS SOBRE MÚSICA