Bárbara Marques lança segundo álbum, 'Viver pra crer'

Cantora paulistana defenda e MPB dançando em seu novo trabalho

por Carolina Braga 09/11/2014 07:00

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Reprodução
Além de cantar, Bárbara Marques toca violão, piano e flauta (foto: Reprodução )
A cantora paulistana Bárbara Marques nunca soube viver fora do barulho. Criada na Rua 25 de março, o point do comércio popular da maior cidade do Brasil, acostumou-se a sair de casa e já cair no agito. Literalmente. “Gosto sempre de estar com muita gente, com muitos amigos, acho que é por ter sido criada assim. Influenciou a minha cabeça”, acredita. O fato é que o disco 'Viver pra crer' aposta nessa ‘‘vibe’’.

No segundo álbum da carreira, Bárbara defende o que chama de MPB dançante, que nada mais é do que um repertório de 13 canções com forte pegada de samba rock. “Gosto de coisas animadas, sou superpositiva, alto astral, e fui ficando cada vez mais assim”, compara em relação à estreia no mercado fonográfico.

Aos 29 anos, Bárbara disse que já fez de tudo um pouco. Trabalhou como monitora de escola de inglês, atendente, cursou publicidade e marketing, mas nunca se afastou da ideia de se dedicar totalmente à música. Aprendeu e pratica três instrumentos: violão, piano e flauta transversal. São os parceiros da composição. O cotidiano também é matéria-prima.

“Pode ser que ocorra alguma coisa comigo, ou então alguém me conte algo, escrevo a respeito. São retratos da vida mesmo”, diz. Oito canções de 'Viver pra crer' têm letra e música de Bárbara, em parcerias com Dudy Cardoso, Pedro Paulo de Andrade, Guilherme Oller, Costa Neto, Aymeric Frerejean, Ocimar Santos e Cécile Petitgand.

O repertório também tem gravações de 'Arrepio', de Dudy Cardoso, que já teve várias canções gravadas por Biquíni Cavadão, e outras três faixas de Leo Mucuri, percussionista que acompanhou, entre outros, o pai do samba rock brasileiro, Jorge Ben Jor.

Uma curiosidade do disco de Bárbara Marques é que, embora aposte na sonoridade nacional, também demonstra admiração pelo idioma francês. São duas canções na língua: 'Le chat et la souris' e 'Quasi-romance'. Detalhe: ela ainda não conhece o país. “Estou louca para fazer uma selfie na Torre Eiffell. Deste ano não passa”, brinca.

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