Jota Quest apresenta novo disco em show na capital

Mineiros aproveitam primeira pausa na Copa do Mundo para cantar novas faixas do disco 'Funky funky boom boom'

por Mariana Peixoto 17/06/2014 08:55

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Mauricio Nahas/Divulgação
Banda mineira anuncia show do novo disco para o dia 27, no Chevrolet Hall (foto: Mauricio Nahas/Divulgação)
A letra jota, que anuncia o quinteto mineiro onde quer que vá, duplicou. Ao lado do já tradicional recurso cenográfico em alumínio com lâmpadas que marca as turnês do Jota Quest, agora há também um jota em LED, cujas cores vão sendo trocadas ao sabor da música. É entre o novo e o antigo que o grupo promove em BH seu novo show, 'Funky funky boom boom'. Será no dia 27, no Chevrolet Hall, um dia depois do fim da primeira fase da Copa e o único sem partidas em todo o país.

Lançado em novembro, o sétimo álbum de estúdio da banda já vendeu 40 mil cópias. É um número e tanto para o minguado mercado fonográfico brasuca, tanto que deu ao grupo um disco de ouro. Consciente do poder de fogo que a banda, 18 anos após sua estreia em disco, ainda tem, a Sony Music renovou recentemente o contrato com ela para mais quatro projetos. Que podem ser dois CDs e dois DVDs ou três discos e um DVD, de estúdio ou ao vivo.

Mas, antes disso, é hora de trabalhar o projeto atual. 'Funky funky boom boom' busca um resgate do que foi o Jota dos anos 1990, ainda em início de carreira. Uma banda pop, mas com groove na veia, ou melhor, na cozinha, desde sempre o ponto forte do grupo. Jeff Barnes, produtor norte-americano que atualmente responde pelo baixo do Chic, assumiu a produção. A reboque, trouxe o guitarrista Nile Rodgers. Do primeiro single, 'Mandou bem', o disco segue com efeitos eletrônicos ('Entre sem bater'), pop radiofônico ('Um tempo de paz'), reggae ('Waiting for you') e balada ('Realinhar').

Para o show, a banda tem tocado entre sete e oito faixas, praticamente metade do repertório de 15 do álbum. Há oito anos sem metais nas turnês, o Jota agora com um trio, além de três backing vocals e um DJ. “A gente realmente deu uma mexida no repertório. Canções antigas ganharam novos arranjos, para ficar mais black. 'Encontrar alguém', por exemplo, está com o arranjo que fizemos para o primeiro disco (ainda com o nome de J. Quest, de 1996)”, comenta Flausino.

Em duas horas de show, a banda também se abre para o improviso. “Desde que fizemos os ensaios abertos (shows menores, meio surpresa, na época do lançamento do disco) começamos a fazer uma brincadeira. O PJ puxa um groove no baixo, o Paulinho sai tocando a bateria e assim vai”, acrescenta. Dos shows oficiais, por assim dizer, o Jota já passou por Rio, São Paulo, Porto Alegre e Brasília.

BH será a quinta capital. E, é claro, aqui é diferente. “Ainda mais no Chevrolet, pois a última vez que tocamos lá foi em 2011, um show histórico com Falcão (O Rappa) e Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá.” Mais recentemente, houve outras apresentações, porém em festivais (Planeta Brasil, Circuito Cultural Banco do Brasil) ou em menor formato (Chalezinho, para mil pessoas). “Temos tentado gerar uma demanda para fazer grandes shows mais especiais”, finaliza Flausino.

JOTA QUEST
Show dia 27, às 22h, no Chevrolet Hall, Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, (31) 4003-5588. Ingressos: pista/arquibancada: 1º lote, R$ 80 e R$ 40 (meia); 2º lote, R$ 100 e R$ 50 (meia); 3º lote, R$ 120 e R$ 60 (meia); pista vip: 2º lote, R$ 140; 3º lote, R$ 160 (não há meia-entrada para o setor).

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