Vânia Bastos participa do projeto 'Salve rainhas' neste fim de semana

Além de fazer apresentação, a paulista irá cantar e conversar com o público, na Funarte

por Ailton Magioli 20/09/2013 09:40

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Acervo pessoal/Divulgação
(foto: Acervo pessoal/Divulgação)
A paulista Vânia Bastos não se lembra de ter feito algo do gênero. “Um show assim, com conversa e música juntas, deve ser bem gostoso”, surpreende-se a artista, ao comentar sua participação, no fim de semana, do projeto Salve rainhas. O formato em si (voz e violão), ela adora. Ainda mais com o violão do marido Ronaldo Rayol (irmão do cantor Agnaldo Rayol), “que é vigoroso e delicado ao mesmo tempo, quando precisa”, acrescenta Vânia, garantindo que o instrumento preenche qualquer ambiente.


Depois de 'Na boca do lobo', de 2011, a cantora já pensa em um novo disco, ainda que o ano esteja cheio de coisas novas. “Pensei em gravar com o Arrigo Barnabé de novo, à base de piano e voz, que voltamos a explorar em shows. Acho que pode dar em CD ou DVD. Há também o show 'Chega de saudade do Poetinha', em que faço Vinícius de Morais em companhia de um trio. O público gosta demais do show, canta e se emociona com facilidade”, conta .Paralelamente, Vânia Bastos ainda participa como convidada do show do baixista Marcos Paiva dedicado a Pixinguinha.

De olho nos novos

Projetos não faltam à artista que, ligada na TV para acompanhar o Rock in Rio, diz estar conhecendo e gostando de muita gente nova. Na Unicamp, de Campinas, ela descobriu Lê Coelho e Os Urubus Malandros, com quem gravou uma faixa do disco de estreia do cantor e seu grupo. “Eles fazem um samba mais elaborado”, diz. A filha Rita Bastos, de 27 anos, é outra promessa, no caso em família, que Vânia vem observando de perto. “Sou fã dela, mas não é de corujice”, jura, prometendo cantar pela primeira vez em Belo Horizonte uma composição da filha, que nunca se apresentou publicamente.

No mais, Vânia Bastos promete dar uma geral na carreira, passando naturalmente pelo início ao lado de Arrigo Barnabé, de 1980 a 1986, e uma segunda fase, quando partiu em carreira solo. 'Sabor de veneno' e 'Rouxinol', do álbum Clara crocodilo, de Arrigo, são presenças obrigatórias no show, em que Vânia faz um pouco de cada disco – incluindo faixas de Tubarões voadores (1984) e da trilha do filme 'Cidade oculta' (1986), também de Arrigo. E mais, de Caetano Veloso, a quem dedicou outro disco, a Angela Ro Rô, que gravou em 'Belas & feras', passando por Tom Jobim, Edu Lobo e Clube da Esquina.

Integrante da chamada Vanguarda Paulista liderada por Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé, além dos grupos Rumo e Premeditando o Breque, Vânia se destacou ao lado de Suzana Salles, Tetê Espíndola, Eliete Negreiros e Ná Ozzetti. “Eu acho que o movimento é da máxima importância em minha trajetória, porque o meu início profissional está ali”, diz a intérprete. “É uma história forte e marcante. A Vanguarda me deu a oportunidade de ir para palcos e estúdios.”

SALVE RAINHAS

Sábado e domingo, às 19h, na Funarte MG (Rua Januária, 68, Floresta)
Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (meia-entrada), à venda um hora antes da abertura da casa. Lotação: 140 lugares

Informações: (31) 3213-3084

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