Carol Portaluppi fala do ciúmes do pai, Renato Gaúcho

A estudante de jornalismo diz que não beija na frente do pai

por Estado de Minas 14/12/2016 13:11

Carol Portaluppi foi destaque na final da Copa do Brasil ao entrar em campo para comemorar o título conquistado pelo Grêmio ao lado do pai, o técnico Renato Gaúcho.

Reprodução/Instagram
Carol Portaluppi faz faculdade de jornalismo e tem 22 anos (foto: Reprodução/Instagram)
 

A estudante de jornalismo de 22 anos já havia invadido o gramado em novembro na semifinal contra o Cruzeiro em um episódio que resultou em uma punição, posteriormente suspensa, ao time.

"Foi uma honra entrar com meu pai, é algo que vou levar para a vida e vou contar para meus filhos e netos”, afirmou Carol à revista Marie Claire sobre sua presença na comemoração. “Ele [Renato Gaúcho] faz questão que esteja ao seu lado, nos momentos de vitória ou não”. Carol ressaltou estar portando uma credencial na final. “Polêmica sempre tem, mas é comum os familiares e a equipe técnica irem comemorar junto com os jogadores”.

Conforme pôde ser visto ao longo do campeonato, Carol tem uma relação muito próxima do pai. Os dois aprofundaram os laços ainda mais após uma perda difícil para o técnico do Grêmio. “Eu e minha avó éramos as paixões da vida dele, e quando ela faleceu, todo aquele amor veio para mim. Tento suprir a falta que deixou”.
Reprodução/Tv Globo
Carol ficou mais próxima do pai após a morte da avó (foto: Reprodução/Tv Globo)

Portanto, quem quiser se aproximar da jovem precisará compreender a dinâmica entre pai e filha. “Ele não é ciumento só comigo. Na verdade, é ciumento com todo mundo [risos]. Quando estou com alguém, ele respeita, não pega no pé. Mas eu ando de mãos dadas com ele e não com o namorado. Também não beijo na frente dele”. É uma forma de respeito, disse.

Após conquistar mais de 500 mil seguidores no Instagram e destaque na imprensa com seus atributos físicos e paixão pelo futebol, o assédio dos homens, entre eles alguns jogadores, só fez aumentar. “Jogador é homem comum, e ainda tem o meio em que vivo... É meio inevitável. Mulher sofre muito assédio e a rede social a deixa mais exposta”.

Nada disso, no entanto, assusta a estudante jornalismo. Ao contrário, há chances de Carol seguir carreira na TV. “Vivo no esporte, tenho uma certa tendência a querer trabalhar nesse meio. Mas também gosto muito de entretenimento. Já trabalhei na TV com humor. Consigo me imaginar nessa área, porque sou solta, brincalhona”.

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