'Making a murderer': entenda como uma série da Netflix arrepiou a Justiça dos EUA

Atração estreou em dezembro no catálogo do serviço de streaming

21/01/2016 19:13

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Há pouco mais de um mês do lançamento mundial de Making a murderer, a série documentário do Netflix continua repercutindo mundialmente. A dúvida sobre a inocência ou não de Steven Avery e Brendan Cassey no homicídio da fotógrafa Teresa Halbach perturba a mente de quem assiste. Diante da ampla repercussão, aumenta a pressão para uma segunda temporada. As diretoras Laura Ricciardi e Moira Demos não descartam uma sequência e coletam informações sobre o caso que marcou a justiça de Wisconsin, nos Estados Unidos.

Após a estreia, elas conversaram com Avery e gravaram os diálogos, que podem ser incluídos em novos episódios. A sequência dependerá do surgimento de fatos importantes. Avery entrou com recurso para pedir anulação do julgamento. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, não excluiu a possibilidade de uma segunda leva de episódios, mas também não confirmou.
Netflix/Divulgação
Espectadores que acreditam na inocência do protagonista torcem por nova temporada (foto: Netflix/Divulgação)
Os personagens reais do seriado ganharam fama - boa ou ruim - internacional. O advogado de defesa Dean Strang se tornou um sex symbol, por exemplo. A ex- noiva de Avery Jodi Stachowski deu uma entrevista em que contradiz o seriado. Nele, ela está do lado de Avery. Fora, ela acredita que o ex-noivo é mesmo culpado. Ela também contou que foi ameaçada por ele. "Ele é doente", disse.

A produção desencadeou uma petição online, com cerca de 300 mil assinaturas, enviada à Casa Branca. Em comunicado, o órgão afirmou que não poderia conceder perdão presidencial já que o caso é de esfera estadual.

 

Para quem levanta a bandeira em torno da inocência dos dois condenados, a maior torcida é que, com o avanço tecnológico, seja comprovado que o sangue de Avery foi plantado no carro, uma das principais alegações dos advogados de defesa. Caso haja, torna-se possível um novo julgamento.

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