''Lucky Ladies'', reality apresentado por Tati Quebra Barraco, estreia hoje

MC Sabrina, Mary Silvestre, MC Carol, Karol Ka e Mulher Filé, prometem quebrar tudo em reality show da Fox Life

por Fernanda Machado 25/05/2015 13:52

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(foto: Divulgação)

Cinco garotas confinadas em uma cobertura em Copacabana, Rio de Janeiro, com um grande sonho. Seria o roteiro clichê para mais um reality show se as participantes não fossem cinco funkeiras em ascensão. É assim Lucky ladies, novo programa do canal a cabo Fox Life, que estreia hoje, às 22h30, e que traz como participantes MC Sabrina, Mary Silvestre, MC Carol, Karol Ka e Mulher Filé.

Para organizar – ou ajudar – a bagunça, Tati Quebra Barraco, figura emblemática do funk, e o produtor musical Rafael Ramos conviveram por dois meses com as cantoras, selecionadas entre cinco mil candidatas, com o objetivo de trabalharem juntas e subir no palco ao mesmo tempo, ao lado de Tati. “Queremos unir as mulheres do funk. Existe uma imagem de que só os homens são unidos e mulher tenta passar a perna na outra. Queremos mostrar que somos uma só”, conta a funkeira.

 A presença de Tati Quebra Barraco como mentora é indiscutível entre as participantes, que reconhecem a força dela. “A Tati é um exemplo para todas as funkeiras. Foi quem mostrou o poder que a mulher tem. É uma libertária”, afirma MC Sabrina. E sem muita modéstia, a Quebra Barraco não nega sua importância. “Muitos me consideram a Rainha do Funk, então nada mais justo que eu estar ali com as meninas”, diz.

Quebrando estereótipo, cada uma com suas origens, histórias e ideais, as cinco participantes acreditam que o reality show, primeiro nacional produzido pela Fox Life, irá ajudar a quebrar os preconceitos contra o funk e dar mais força à luta das mulheres. “Vai ser muito bom mostrar para quem está de fora a cultura do funk. Mostrar de onde a gente veio, o que a gente passou e passa para esse sucesso”, diz Mulher Filé. “O funk é hoje uma cultura popular brasileira, não tem mais isso de playboy ou favelado, é ritmo que une todas as tribos”, ressalta.

Com 12 episódios de uma hora e convidados especiais ao longo da atração, MC Sabrina, Mary Silvestre, MC Carol, Karol Ka e Mulher Filé se submeteram a provas para aperfeiçoar os talentos e treinar para o grande show final, mas o maior desafio foi manter a harmonia em todos os momentos com cinco mulheres de personalidades fortes. “A convivência, foi muito difícil. Acho difícil conviver com meu marido, imagina com meninas que não conhecia direito”, conta MC Carol.

As funkeiras

MC Carol

De Niterói, a caçula do grupo, com 21 anos, ficou conhecida na cena como Carol Bandida ao estourar com o hit Minha vó tá maluca. Dona de uma voz potente, Carol mostra no programa um lado sensível e os problemas que passou dentro de casa. “Mudei minha cabeça depois do programa. Sou mais profissional, me preocupo mais com meu trabalho”, conta.

 



Karol Ka
“Minha essência é outra, tive que me adaptar muito ao mundo do funk, mas agora me considero uma funkeira”, diz a mineira, de Belo Horizonte. Karol participou da montagem brasileira do espetáculo High school musical e tentou a chance no The voice Brasil. Com pegada mais pop, a cantora, que se inspira em Beyoncé, Rihanna e Jennifer Lopez, demorou para entrar no mundo do funk.

 


Mary Silvestre
Miss, modelo e dançarina e ex-assistente de palco do Caldeirão do Huck, Mariane Silvestre, de 23 anos, luta para conseguir seu espaço no funk. “Conviver com pessoas que trabalham nesse meio há mais tempo que eu me ensinou muito. Durante o reality fui muito influenciada, hoje estou me aperfeiçoando.”

 


Mulher Filé
A mais conhecida das participantes, Mulher Filé, de 26 anos, iniciou sua carreira apadrinhada por Mr. Catra e já cantou com o rapper americano Lil’ John. “O programa foi importante para abrir minha mente, fazer coisas diferentes. Já mostrei muito meu lado sexy, agora quero mostrar minha potência vocal”, diz.

 


MC Sabrina
Na estrada há 13 anos, Sabrina, do Rio de Janeiro, começou no rap e aos poucos chegou ao funk. Com pegada do funk melody, Sabrina quer se tornar um símbolo para as mulheres. “Estou numa fase de transição e, como mulher, tenho vontade de cantar para elas”, afirma.

 

 

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