Valesca Popozuda revela que irmã colocou silicone no bumbum

Apesar de intervenções cirúrgicas, funkeira é contra a ditadura da beleza

por Augusto Franco 04/06/2013 14:28

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Agência Bang Showbiz
(foto: Agência Bang Showbiz)
A cantora Valesca Popozuda é uma das precursoras do funk feminino no Brasil. Sempre vestida com roupas justas e extravagantes, a bela, de corpo escultural, já foi até tema de uma dissertação de mestrado sobre o feminismo.

A loira, que prepara a irmã Jéssica para assumir o grupo Gaiola das Popozudas e pretende seguir carreira solo, conversou com a BANG ShowBiz sobre a vida e a carreira e, apesar de já ter feito algumas intervenções cirúrgicas e ter incentivado a irmã a fazer também, ela afirmou ser contra a ditadura da beleza: "Eu acho que a plástica deve ser feita para corrigir algo e não virar obrigação apenas por moda".

Sobre as funkeiras da moda, Anitta e o Bonde das Maravilhas, Valesca se diz orgulhosa por ter iniciado um trabalho tão diferente. "Fico feliz em vê-las fazendo sucesso, gosto de ambos [os grupos] e acho que o trabalho feito 10 anos atrás deixou caminhos e portas abertas pra nova geração", comentou.


Valesca, você começou a carreira no funk muito cedo. Você deixou de viver alguma coisa para se dedicar à música? Se arrepende de alguma coisa?


Não deixei de viver nada, curti tudo pois aprendi a usar o tempo a meu favor, e não me arrependo de nada, acho que tudo foi no tempo certo.

Você se tornou uma musa. Como encara o título?

Eu fico lisonjeada e isso é muito gratificante, é um título que eu tenho muito carinho (risos).

Você mudou radicalmente a sua vida, saiu de um lugar humilde e alcançou fama e prestígio. Como foi para você encarar essa mudança?

Foi difícil, trabalhei muito algumas questões e hoje em dia vejo que valeu a pena.


O que foi mais difícil para você durante o confinamento no reality show 'A Fazenda'?


Ficar longe da minha família e do meu filho sem ter notícias nenhuma deles.

Recentemente, você foi tema de uma dissertação de mestrado. Como foi para você receber a notícia de que encabeçaria uma dissertação de cunho feminista?

Foi demais, me senti ganhando um Oscar, fiquei muito feliz, quase não acreditei!

Você está preparando sua irmã para assumir o grupo Gaiola das Popozudas e, inclusive, comentou que ela fez algumas intervenções cirúrgicas para assumir a frente do grupo. Você acha que essas intervenções foram necessárias? Por quê?

Foram sim, ela já tem uma filha e precisava fazer umas correções. Foi feito o silicone na mama para levantar e ela, como queria dar uma levantada no bumbum, colocou silicone também.

O que você acha da expressão 'ditadura da beleza'? E de mulheres que fazem muitas plásticas para esculpir o corpo?

A ditadura da beleza é muito severa, se você está muito magra, está com anorexia, se está gorda, está fora dos padrões. Eu acho que a plástica deve ser feita para corrigir algo e não virar obrigação apenas por moda.

Como você mantém a boa forma?

Malho, faço uma boa dieta e comecei a treinar MMA também.

O que acha mais importante na carreira de funkeira: saber dançar ou ter um corpo bonito?


Os dois! Um complementa o outro, mas isso não é tudo, acredito mais no talento mesmo do que no corpo.

Já tem projetos de trabalho em vista? Vai seguir carreira solo?


Tenho alguns projetos já em andamento e em breve já saio em carreira solo.

Você acredita que haja rivalidade nos palcos entre a líder do grupo e as dançarinas?

Não, eu faço meu trabalho e elas a delas, no fim buscamos agradar o público e temos que somar, pois somos um grupo.

Recentemente, o funk feminino tem ganhado muito espaço, principalmente com Anitta e o Bonde das Maravilhas e o seu grupo é apontado como um dos precursores desse movimento. O que você acha disso?

Eu adoro, fico feliz em vê-las fazendo sucesso, gosto de ambos [os grupos] e acho que o trabalho feito 10 anos atrás deixou caminhos e portas abertas pra nova geração.

O que você acha dos funks chamados 'Proibidões'? A polícia está querendo proibir bailes funk neste estilo, o que acha disso?


Sou contra os que fazem apologia a drogas e armas, porém existem funks proibidos que apenas relatam a verdade de muitas comunidades.

Você leva seu filho a bailes? O que acha da presença de crianças neste ambiente?

Meu filho não vai ate porque ele e muito novo, apesar disso acredito que ele, ao crescer mais, deve criar um gosto pelo funk e vai querer ir ao baile.

Quais projetos sociais você participa? Como é a sua atuação? De onde veio o desejo por ajudar essas pessoas?


Tenho um projeto 'seja um craque não use crack', procuro ficar por dentro de tudo! Quando ajudamos outras pessoas, fazemos um bem enorme para os nossos corações.

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