Estilistas mineiros relembram histórias e amizade com Elke Maravilha

Para Ronaldo Fraga, atriz foi a pessoa mais inteligente que conheceu. Já Lucas Magalhães contou com a diva em uma de suas coleções

por Carolina Braga 16/08/2016 13:19

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Apesar de ter saído ainda jovem de Minas Gerais, Elke Maravilha sempre manteve laços estreitos de amizade por aqui. “Deixa muitas marcas. Uma delas é que a pessoa mais inteligente que eu conheci. Ela nunca subestimava a dificuldade de alcance do outro. Conversava da mesma maneira com um filósofo alemão e a diarista mais simples”, conta o estilista Ronaldo Fraga.

Beto Novaes/EM/D.A Pres
Elke nunca desfilou para Ronaldo Fraga, mas fez outras participações (foto: Beto Novaes/EM/D.A Pres)


Elke nunca desfilou para o mineiro, mas fez outras participações. Gravou em alemão uma música da trilha sonora da coleção Festa no céu, de 2006.

In Den Kasermen é uma canção de domínio público cantada pelos soldados alemães na Primeira Guerra Mundial.


“Ela dizia que as pessoas como ela deveriam viver, no máximo até 60. Depois disso falava que virava repetição”, lembra Fraga. Segundo ele, há três dias ela já tinha escolhido o vestido para ser enterrada.

Uma das imagens que não saem da memória do estilista Lucas Magalhães é de Elke Maravilha na cadeira de maquiagem cercada por todos os profissionais do set.

Arquivo Pessoal Lucas Magalhães
Em 2015, a atriz e modelo foi convidada para ser Maria Bonita na campanha do inverno do estilista Lucas Magalhães (foto: Arquivo Pessoal Lucas Magalhães)

Convidada para ser Maria Bonita na campanha do inverno 2015, Elke transformou o dia de quem estava ali. Era a estreia de Magalhães no grupo Nohda e o primeiro catálogo da carreira para a própria coleção.

“Fez com que todo mundo se sentisse melhor amigo. Tem gente que nos encontramos todo dia e não nos lembramos da pessoa falar nada que presta. Com ela não era assim”.

Entre um caso e outro, Lucas se lembra quando ela sacou bolsa uma carteira, lotada de fotos antigas da família. Raridade em tempos de selfies nos celulares.


“Era tão forte e tão alegre que eu não consegui sentir isso como uma coisa tão ruim. Sempre será uma lembrança de luz e sinto uma gratidão de ter tido a oportunidade de estar perto dela”. 

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