Peça 'Anã Marrom' se inspira nos mistérios do cosmos e das relações humanas

Espetáculo fica em cartaz na Funarte MG até 11 de maio

por Fernanda Machado 02/05/2014 07:00

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Gabriel Castro/divulgação
(foto: Gabriel Castro/divulgação)
Depois de chamar a atenção na segunda temporada do projeto Janela de dramaturgia, o texto 'Anã marrom', de Marcos Coletta, chega ao palco da Funarte MG. A peça marca a estreia de Ethel Braga e J. M. Emediato como diretores.

A personagem Estela, jovem mãe solteira, revive sua trajetória enquanto observa o crescimento de seu filho Miguel. Ethel faz o papel da moça e Emediato se encarrega de dar vida a tudo o que está à volta dela.

Usando o cosmos e a astronomia como metáforas, a peça se volta para questões caras ao ser humano, como o sentido da existência e o impulso de buscar o desconhecido.

Com apoio do Centro Cultural da UFMG, o espetáculo foi construído durante seis meses, ganhando pequenas cenas ligadas às ideias de Coletta. Fracasso, relações familiares e atração entre corpos celestes são parte da trama de Anã marrom.

A montagem contou com a colaboração artística de Karina Collaço, Marcelo Castro e Luísa Bahia. Ethel Braga se formou em teatro pelo Centro de Formação Artística (Cefar) da Fundação Clóvis Salgado e atuou nos espetáculos Play me e Desvios urbanos. J. M. Emediato se dedica às artes cênicas e visuais e à performance.

ANÃ MARROM
Funarte MG. Rua Januária, 68, Floresta. Estreia hoje, às 19h. Temporada até 11 de maio, com sessões de quinta-feira a sábado, às 19h, e aos domingos, às 18h. Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).

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