O artista Paulo Nazareth leva seu trabalho à Itália e à França

Artista participa da 55ª Bienal Internacional de Arte ao lado de outros quatro brasileiros

por Walter Sebastião 22/03/2013 09:03

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Paulo Nazareth/Divulgação
(foto: Paulo Nazareth/Divulgação)
Dois mineiros, entre cinco brasileiros, estão escalados para a 55ª Bienal Internacional de Arte, que começa em 1º de junho em Veneza, na Itália. São eles: Tamar Guimarães, nascida em Viçosa e radicada em Copenhague, na Dinamarca, e Paulo Nazareth, que vive e trabalha em Belo Horizonte. A representação brasileira conta ainda com Bispo do Rosário (RJ), Odires Mlászho (SP) e Hélio Fervenza (RS). Paulo Nazareth participa também da Bienal de Lyon, na França, que começa em setembro, cuja tema é a transitoriedade. Nazareth vai mostrar obras que são resultado de caminhada de 14 meses pela África. A mostra principal da Bienal de Veneza chama-se Palácio enciclopédico e tem curadoria de Massimiliano Gioni.

A exposição, com obras de artistas de várias gerações, vai criar museu para investigar a sincronia entre passado e presente, que, para o curador, marca a era digital. Vai reunir 136 artistas, de 17 países. Referência para a proposta foi projeto do mecânico norte-americano Marino Auriti, que, em 1955, imaginou museu imaginário, alojado em edifício de 136 andares, que reuniria todas as descobertas humanas, da roda ao satélite.

Paulo Barata, presidente da Bienal de Veneza, explica que a dedicação ao contemporâneo fez crescer desejo dos curadores de colocar os artistas em perspectiva histórica e de trabalhar com afinidades. “O Palácio de Gioni, mais do que trazer uma lista de artistas contemporâneos, quer refletir sobre impulsos criativos, fazer perguntas sobre o mundo, estimular a sonhar para além da realidade.”

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