Pausa para um relax

por Ana Clara Brant 31/08/2012 10:12

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Marcos Michelin/EM/D.A Press
Wiler Passos interrompeu a corrida na Praça da Liberdade para ver os shows (foto: Marcos Michelin/EM/D.A Press)
 
Enquanto na Praça da Liberdade foi a vez de os corredores de plantão dar uma paradinha para apreciar as apresentações dos quartetos Di Steffano e Mauro Senise, na Praça da Savassi foram os cabos eleitorais que interromperam o trabalho para conferir o show de Rafael Dias e Tom Nascimento. O economista Wiler Passos, de 49 anos, deu apenas duas voltas na praça quando ouviu os acordes que rolavam na Alameda Travessia e não resistiu.

 A corridinha noturna ficou para mais tarde, na noite de quarta-feira, durante a programação da Festa da Música. “Vira e mexe há eventos na praça. E é muito saudável isso. A música é boa, o custo é zero e a atmosfera, aprazível e com segurança. É bom que a gente une o útil ao agradável”, declarou enquanto apreciava a performance do baterista, compositor e produtor Di Steffano, que ao lado de Flavinho Silva (teclados), Josué Lopez (sax tenor e flauta) e Hamilton Pinheiro (baixo) prestou homenagem à música mineira com Bola de meia, bola de gude (Milton Nascimento e Fernando Brant) e Aquelas coisas todas (Toninho Horta). Já Mauro Senise fez apanhado de seus 40 anos de carreira com faixas do seu disco Afetivo, além de canções de Chico Buarque, Cristóvão Bastos e Antonio Adolfo.

Dois talentos da nova geração da música mineira e destaques do projeto Vozes do morro deixaram o happy hour mais animado na Praça Diogo de Vasconcelos, na Savassi. “BH tem pouco espaço para os artistas com trabalho autoral e a Festa da Música é oportunidade bem bacana”, comentou o cantor e compositor Tom Nascimento, ex-integrante da banda Berimbrown – no show, mostrou músicas do seu primeiro CD solo Funke-se, rock-se. A artista plástica e bancária Glória Campos, de 56, aproveitou para dar uma relaxada. “Como trabalho aqui perto, não quis deixar de conferir. Os artistas são muito bons e a música sempre é ótima opção, ainda mais para terminar o dia”, declarou, enquanto aplaudia a apresentação de Rafael Dias, que mostrou canções próprias e de gente que admira, como Peninha e Lenine.


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