Assista ao filme legendado dos Power Rangers adultos, que traz sangue, sexo e drogas

Filme se passa num futuro pós-guerra e conta com roteiro e efeitos especiais dignos de um dos mais celebrados diretores de clipes musicais do mundo pop - de Eminem a Britney Spears

por Diário de Pernambuco 26/02/2015 11:03

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Twitter/JosephKahn
(foto: Twitter/JosephKahn)
Tortura, sangue, sexo e, sim, filosofia. Tudo que você não esperaria de uma produção envolvendo os Power Rangers, personagens de uma das mais longas séries infanto-juvenis produzidas nas últimas décadas. Mas este é o cenário de 'Power/Rangers', uma espécie de filme autoral feito por e para fãs, que leva a assinatura do renomado diretor de vídeos musicais e fotógrafo Joseph Kahn e produção de Adi Shankar. A obra tem absolutamente nenhuma relação com a franquia de TV ainda hoje reprisada e é pouco provável que siga na mesma linha que será adotada no filme oficial da franquia, produzido pela Lionsgate e roteirizado pela mesma dupla de 'X-Men: Primeira Classe', com data de estreia para 22 de julho de 2016.

Num futuro altamente tecnológico, a sociedade é dividida entre os resistentes e os integrantes do Império das Máquinas, do qual faz parte o ex-ranger Rocky (James Van Der Beek, o Dawson da série Dawson's Creek). Ele tenta localizar o eterno Ranger Verde, Tommy Oliver (Russ Bain), ainda da primeira geração (Mighty Morphin), fazendo refém a Ranger Rosa Original, Kimberly (Katee Sackhoff, de Battlestar Galactica). Com um misto de confissões e flashbacks o interrogatório revela o destino de todos os rangers originais (Jason, Zack, Billy e Trini) em uma realidade pós-guerra, marcada pela influência do narcotráfico e das tecnologias invasivas. Sim, este não é um filme para crianças, como o conhecemos!

Em menos de 48 horas, 'Power/Rangers' foi visto por nada menos que sete milhões de pessoas apenas no YouTube. Isso porque a plataforma Vimeo retirou o vídeo do ar após solicitação da Saban, detentora dos direitos televisivos e cinematográficos dos Rangers. “Todas as imagens são originais, não há infração de direitos, aqui. Não estou ganhando dinheiro com isso e não aceitei nenhum nem para fazê-lo. Peguei tudo do meu bolso. O filme foi feito para ser dado de graça. É como se eu desenhasse um Power Ranger num guardanapo e desse para um amigo meu”, se defendeu o artista pelas redes sociais. Com a polêmica retirada do vídeo, o projeto acabou ganhando ainda mais notoriedade e estampou manchetes de sites em todo o mundo.

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