Cine Ceará abre novos caminhos

Mostra que começa hoje em Fortaleza promove integração com o mercado latino-americano

por Carolina Braga 15/11/2014 00:13

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Cássio Pereira dos Santos/Divulgação
(foto: Cássio Pereira dos Santos/Divulgação)
Dentro do calendário de festivais brasileiros o Cine Ceará, apesar de veterano, parece um estranho no ninho. Isso se deve principalmente à ausência de títulos extremamente badalados, o que confere ao evento realizado em Fortaleza aquele ar de incógnita. O que será possível garimpar de lá? Seguindo a tendência de outras mostras nacionais, como é o exemplo do Cine PE, há o início de uma internacionalização.

O carro chefe a 24ª edição, que começa neste sábado, é o espaço aberto para o novo cinema argentino. Daniel Burman, conhecido por Abraço partido (2004), será um dos homenageados, ao lado do ator Nelson Xavier, do diretor João Batista de Andrade e da atriz Deborah Secco, uma escolha inusitada, já que não serão exibidos trabalhos dela no cinema.

Já o “hermano” ganhará uma retrospectiva da carreira. Serão oito filmes em competição, entre eles coproduções do México, Argentina, República Dominicana, Chile, Equador e Espanha. Os únicos brasileiros na disputa são Vicente Ferraz com Estrada 47, o documentário De gravata e unha vermelha, de Miriam Chanaiderman e A vida privada dos hipopótamos, de Maíra Bülher e Matias Mariani.

A mostra competitiva de curtas terá 12 trabalhos, entre eles, Marina não vai à praia, de Cássio Pereira dos Santos, o único representante mineiro no festival. O Cine Ceará vai até o dia 22.

LONGAS EM COMPETIÇÃO

» Dólares de areia, de Laura Amelia Guzman e Isrrael Cárdenas (México, Argentina, República Dominicana)
» Obediência perfeita, de Luis Urquiza (México)
» Não sou Lorena, de Isidora Marras (Chile e Argentina)
» Não roubarás (a menos que seja necessário), de Viviana Cordero (Equador)
» Os fenômenos, deAlfonso Zarauza (Espanha)
» A Estrada 47, de Vicente Ferraz (Brasil)
» De gravata e unha vermelha, de Miriam Chnaiderman (Brasil)
» A vida privada dos hipopótamos, de Maíra Bülher e Matias Mariani (Brasil)

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