Gru desiste de ser do mal e ainda resolve capturar o bandido em 'Meu malvado favorito 2'

Filme estreia nesta sexta-feira nos cinemas de Belo Horizonte

por Carolina Braga 05/07/2013 06:00

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Agência Febre/Divulgação
Desta vez, o ex-vilão Gru, dublado por Leandro Hassun na versão brasileira, vai até viver um romance (foto: Agência Febre/Divulgação)
Por mais que as animações ocupem espaço expressivo na grade dos cinemas, a cada novidade nessa seara não há como não se surpreender com a qualidade dos desenhos. A continuação de 'Meu malvado favorito' não foge a essa regra. Produção capitaneada pela Universal, o longa não apenas se renova tecnologicamente, já que aprimora a tecnologia 3D, o desenho de som e as cores, mas a trama também tem mais camadas. Para você ter uma ideia do quão mudado anda o ex-vilão Gru (dublado por Leandro Hassun na versão brasileira), tem até romance no meio.

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Uma vez recuperado da vilania, Gru é um homem dedicado às três filhas e ao exército de minions. Ok, ele reconhece sentir falta de aprontar algo de vez em quando, mas tudo dentro do controlável. Isso até ser sequestrado pela agente Lucy (na voz de Maria Clara Gueiros) e convidado a colaborar com a Liga dos Vilões. A missão, porém, é inversa. Gru vai precisar usar seu conhecimento de causa para detectar um vilão infiltrado dentro de um shopping center. O suspeito? O mexicano El Macho (dublado por Sidney Magal).

O roteiro, também da dupla Ken Daurio e Cinco Paul, é mais leve do que o primeiro. Isso graças à participação das meninas e de Lucy. Com o feminino em jogo, inevitavelmente surgem temas como o amor romântico ou mesmo a dificuldade em expressar determinados tipos de afeto. Gru pode até ter um currículo temido, mas isso não fez dele um insensível. A continuação revela esse paradoxo.

É bom que questões como essas apareçam em uma animação voltada ao público infantojuvenil. É melhor ainda que temas de cunho mais psicológico não tirem a leveza nem desviem a atenção do propósito inicial: divertir o maior público possível. Nesse quesito, pontos extras para os minions. Os bichos amarelos de idioma indefinido garantem as risadas em uma comunicação direta – e sem palavras – com a plateia.

A voz de El Macho

“Ou você faz para se divertir ou as pessoas não vão aceitar aquilo como verdade”, atesta o ator Sidney Magal, dono da voz de El Macho na versão brasileira de 'Meu malvado favorito 2'. O músico, que já tinha experiência nessa área com a participação em 'Happy feet', renovou os votos com o estilo. “É uma coisa simples e muito prazerosa”, continua.

Sidney Magal disse ter se surpreendido com o convite. Aliás, toda vez que se meteu a fazer algo diferente de música foi assim. “Quando me ligam e dizem ‘vejo você nesse filme’, não tem como negar. Se me viram é porque eu tenho que fazer”, brinca. Mergulhado na proposta, Magal se deixou levar pelo personagem. Se Leandro Hassun já havia inventado um sotaque para seu Gru, ele não ficou atrás.

Para criar El Macho, Sidney buscou referências na própria vida. O primeiro empresário do cantor foi argentino. Daquela convivência, pegou emprestado o sotaque castelhano incorporado ao mexicano da ficção. “Não podia exagerar muito porque o diretor me cortava. Mas peguei o mi querido, mi franguito. A gente aproveita coisas das nossas vidas”, ressalta.

Assista ao trailer do filme:

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