Bloco Baianas Ozadas reúne 100 mil foliões no carnaval de Belo Horizonte

Público é recorde do carnaval de rua de Belo Horizonte. Impasse entre bombeiros e Belotur atrasou a saída do grupo, que fez o percurso Praça da Liberdade / Afonso Pena

por Clarisse Souza , Carolina Braga Lucas Rage 16/02/2015 13:07

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Jefferson da Fonseca Coutinho / EM / D.A Press
Cerca de 100 mil foliões se reúnem, debaixo de chuva, na Avenida Afonso Pena (foto: Jefferson da Fonseca Coutinho / EM / D.A Press)

O Baianas Ozadas – um dos blocos mais esperados do carnaval da capital - reúne cerca de 100 mil foliões na tarde desta segunda-feira, público recorde para o carnaval de rua de BH. A estimativa é da Polícia Militar.

Depois de um impasse entre Corpo de Bombeiros e Belotur que atrasou a saída do grupo, o Baianas saiu da Praça da Liberdade e começou a se deslocar pela Região Central da capital, e às 16h20 já havia chegado à Avenida Afonso Pena. O objetivo é chegar até a Praça da Estação e, para isso, os foliões descem a Rua da Bahia, na contramão da direção dos veículos. Segundo informações da BHTrans, o trânsito está sendo controlado pela empresa, juntamente com a PM, a medida que o bloco avança.

 

 

Desde o início da tarde, os foliões encontraram muita dificuldade para dar início ao desfile. O motivo foi uma determinação do Corpo de Bombeiros para que o carro de som não se deslocasse pelas ruas de BH. Segundo os militares, o veículo se enquadraria na  categoria de trio elétrico, e por isso não poderia circular. Além disso, segundo a corporação, o bloco não apresentou um projeto de segurança.

"Há um problema de entendimento. Isso é um carro de som", alega o presidente da Belotur, Mauro Werkema, que participou da negociação para a saída do bloco com os bombeiros.

Durante mais de duas horas, o impasse inviabilizou a movimentação dos foliões, que ficaram parados no entorno da Praça da Liberdade. Somente por volta das 14h30, após uma fiscalização no carro de som realizada em conjunto pelos bombeiros, Polícia Militar e BHTrans, o bloco finalmente foi liberado para seguir em direção ao Centro de BH. No entanto, a exigência é que o caminhão siga sempre à frente da multidão, por questões de segurança. 


 

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