Final do Concurso Mineiro de Marchinhas anima foliões em BH; veja vídeo!

Com show de Monobloco, evento atraiu mais de 4 mil pessoas

por Estado de Minas 02/02/2015 16:09

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Vitor Colares/Portal Uai
Monobloco faz show em encerramento do Concurso Mineiro de Marchinhas (foto: Vitor Colares/Portal Uai)
Raiane acordou domingo às 9h30. É que não tinha saído sábado à noite e estava ansiosa por seu primeiro evento carnavalesco do ano: o Concurso Mineiro de Marchinhas e Samba Enredo. A porta da Serraria Souza Pinto abriria 13h para receber os foliões. Não dava para chegar muito tarde.

No auge de seus 19 anos, ela precisava ajudar a mãe em casa, ir ao mercado, almoçar e, é claro, se arrumar antes de sair de casa. No trajeto entre Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e a folia foram 40 minutos “É melhor vir de metrô para economizar tempo”, disse.



Chegou ao destino às 14h e ficou na porta conversando com amigos. Entrou mesmo às 15h. Sorriso de orelha a orelha. Nas pickups, o DJ Luiz Valente tocava hits dos carnavais dos anos 1990. Ela entrou e dançou umas cinco ou seis músicas até o Bloco Então Brilha subir ao palco. Lá de baixo, Raiane brilhava e dançava com amigas e amigos.


Enquanto tinha a votação das marchinhas nos palcos, era melhor comer alguma coisa. “Ainda tem mais três shows, saco vazio não para em pé”, exclamou. "Cachorro quente, completo, por favor."

Escurecia no Centro da capital mineira. Chama o Síndico cantava os sucessos de Tim Maia e Jorge Bem, ela suingava. A noite chegou e anunciou a bateria da Escola de Samba Cidade Jardim: “alô bateria, chora cavaco....” Sambou, com os pés e com os braços, de dedos indicadores apontados para o alto.

Enfim, Monobloco. O relógio marcava 22h, pernas e pés já doíam. Mas não dava pra perder os cariocas. Ficou quase até o final. Foi embora 23h30, a estimativa era que ela gastasse uma hora até chegar em casa. Além das selfies, Raiane leva com ela o sorriso largo e o sentimento de que o carnaval está apenas começando... Ou melhor, ainda nem começou.

Por Vitor Colares

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