Operação Lava-Jato inspira máscara de Graça Foster para carnaval; Nestor Cerveró ameaça processo

Rosto do ex-diretor da Petrobras tinha tudo para cair nas graças dos foliões, mas ameaça de processo levou fábrica a desistir da brincadeira

por Fernanda Machado 29/01/2015 15:34

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AFP PHOTO/Evaristo Sá e REUTERS/Ueslei Marcelino
Envolvidos na Operação Lava-Jato, Graça e Cerveró têm o mesmo potencial de popularidade entre foliões; somente ele proibiu que sua imagem seja levada às folias em 2015 (foto: AFP PHOTO/Evaristo Sá e REUTERS/Ueslei Marcelino)
Mantendo viva a tradição dos escândalos políticos que viram febre no carnaval, a máscara da presidente da Petrobras, Graça Foster, promete estar entre as mais vendidas para a folia neste ano. Uma fábrica em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, fez o molde após receber encomenda de 300 peças por lojas fluminenses e mineiras.

 

A intenção inicial era colocar nas ruas o rosto de Nestor Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras. O projeto foi suspenso pela Condal, uma das maiores fábricas do setor no Brasil, depois que um advogado do executivo envolvido na Operação Lava-Jato advertiu que acionaria judicialmente os responsáveis. "Se alguém fizer isso, vou processar. Você tem o direito à imagem, tem o dano moral", ameaçou Edson Ribeiro, integrante da equipe que defende Cerveró, em entrevista ao jornal carioca O Globo.

Quando houve o julgamento do mensalão foram criadas máscaras do ex-ministro José Dirceu, do ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Genoino, do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff.

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