Ji Young Lim, vencedora do concurso Rainha Elisabeth em 2015 se apresenta pela primeira vez com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

DATA

  • 06/10/2016 à 06/10/2016
  • Hora início: 20:30

LOCAL / INFO

PREÇOS

  • Balcão Palco e Coro:34,00
    Mezanino:44,00
    Balcão Lateral:56,00
    Plateia Central:78,00
    Balcão Principal:98,00

FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS RECEBE VIOLINISTA SUL-COREANA JI YOUNG LIM E

MAESTRO CARLOS MIGUEL PIETRO

Repertório do concerto inclui obras de Brahms, Bernstein e Revueltas

 

Vencedora, em 2015, do Concurso Rainha Elisabeth, realizado na Bélgica, a violinista Ji Young Lim apresenta-se com a Filarmônica de Minas Gerais pela primeira vez e interpreta uma das mais emblemáticas peças do repertório para violino, o Concerto para violino em Ré maior, op. 77, de Brahms, nos dias 6 e 7 de outubro, às 20h30, na Sala Minas Gerais. Lim tocará a mesma obra que apresentou no Palais des Beaux-Arts, em Bruxelas, nas finais do Concurso.Ainda no programa estão a energia jazzística de Bernstein, com On the town, e o vigor da música mexicana de Revueltas, com La Noche de los Mayas. A regência é do maestro convidado Carlos Miguel Pietro.

 

Antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o público poderá participar dos Concertos Comentados, palestras que abordam aspectos do repertório. Percussionista da Filarmônica e curador do projeto, Werner Silveira destaca em sua palestra que, em 1939, o compositor mexicano Silvestre Revueltas escreveu a trilha sonora para a película La Noche de Los Mayas. A música criada por Revueltas se tornou um ícone na produção de bandas sonoras no século XX, por expor de maneira brilhante e autêntica a identidade cultural de sua pátria.

 

Estes concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais  e Itaú Personnalité e contam com o patrocínio da Picchioni Câmbio por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Já as palestras dos Concertos Comentados são apresentadas pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais  e Líder Aviação por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

O repertório

 

Leonard Bernstein (Estados Unidos, 1918 &ndash 1990) e a obra On the town: three dance episodes (1944)

 

Aos 27 anos, Leonard Bernstein estreou temporada de sucesso em Nova York: seu musical On the town ficaria em cartaz, na Broadway, por mais de um ano, com nada menos do que 483 apresentações com lotação esgotadaÀquele tempo, o &ldquomais novo herói musical&rdquo dos EUA não se decidira por composição ou batuta, música erudita ou jazzApesar de bastante diferentes, o balé Fancy Free e o musical On the town foram compostos e estreados em 1944 e têm como personagens três marinheiros folgazões. Para On the town, o compositor recorreu a canções próprias, já compostas, além de criar novos números junto ao bailarino Jerome Robbins.Três famosos musicais de Bernstein, florescidos entre as décadas de 1930 e 1950, fazem parte da era de ouro do teatro musical norte-americano e têm Nova York como pano de fundo: além de On the town, há Wonderful town e West Side Story. Em 1943, o compositor conquista fama repentina como regente de orquestra, ao substituir o lendário maestro Bruno Walter em concerto da Filarmônica de Nova York. No ano seguinte, o sucesso de On the town faz dele o primeiro compositor sinfônico a colaborar em um musical norte-americano. Bernstein percorre o caminho inverso ao de Gershwin, ao seguir do erudito ao popular. Sua sólida formação acadêmica servirá a obras acessíveis, mas de alto nível. As danças centrais de On the town compõem um conjunto de três episódios para orquestra: The Great LoverLonely Town: Pas de Deux e Times Square: 1944. A versão estrearia em 1946, com o compositor à frente da Orquestra Sinfônica de San Francisco. Em 1949, a MGM transforma o musical em filme, estrelado por Gene Kelly e Frank Sinatra, mas apenas com parte das músicas de Bernstein.

 

Johannes Brahms (Alemanha, 1833 &ndash Áustria, 1897) e o Concerto para violino em Ré maior, op. 77 (1878)

 

Os movimentos revolucionários de 1848 fizeram de Hamburgo o refúgio de inúmeros cidadãos húngaros &ndash dentre os quais, o violinista Eduard Reményi, que logo forma um duo com o jovem amigo, pianista e compositor Johannes Brahms. Em 1853, uma série de recitais do duo permite a Brahms conhecer outros centros culturais e importantes personalidades do meio musical. Naquele ano, o compositor visita Franz Liszt e conhece Robert e Clara Schumann, figuras decisivas em sua carreira. No mesmo ano, conhece o já célebre violinista Joseph Joachim, que cumpriria o papel de &ldquoconsultor&rdquo de Brahms quanto a aspectos técnicos do violino e da linguagem violinística. O pianista, afinal, se preocupava com a viabilidade técnica do que compunha para outro instrumento. Concebido no verão de 1878, no vilarejo austríaco de Pörtschach am Wörthersee, o Concerto para violino estreia um ano mais tarde, em Leipzig, sob a batuta de Brahms e com solo de Joachim, que, na mesma récita, interpreta o concerto de Beethoven. Desse modo, o músico quis, provavelmente, contrapor duas leituras muito distintas da linguagem violinística, apesar de suas similaridades, a exemplo do tratamento dado aos tímpanos e da tonalidade em Ré maior. As primeiras críticas à obra foram pouco favoráveis e advinham do fato de a obra não tratar o solista como parte em destaque especial. A despeito das dificuldades técnicas, Brahms concebe o violino solista como parte do ambiente sinfônico, como consequência, em certa medida, da seriedade com que sempre considerou a herança sinfônica de Beethoven. O Concerto é importante por revelar uma mentalidade contraditoriamente romântica: se Brahms tem alma dionisíaca, conserva a mente apolínea.

 

Silvestre Revueltas (México, 1899 &ndash 1940) e a obra La Noche de los Mayas (1939)

 

Silvestre Revueltas Sánchez nasceu na cidade de Santiago Papasquiaro, em 1899. Na juventude, tocou em orquestras de cinema mudo, e, nos seis últimos anos de vida, escreveu música para oito filmes. Alguns desses manuscritos (RedesMúsica para charlarItinerario) também foram concebidos para execução em salas de concerto. Outros serviram para a compilação póstuma de suítes orquestrais. Em La Noche de los Mayas, filme de Chano Urueta, um nativo apaixona-se pela filha do chefe da tribo, mas um homem branco a seduz e o relacionamento ocasiona a seca. Ela é açoitada e condenada ao sacrifício. O nativo mata o rival e traz o corpo até a condenada, que, no desenlace, se suicida. A partir do filme editado, Revueltas conclui 36 sequências, em 1939. A película estreou em 17 de setembro, e o Comitê Nacional de Cinema concedeu-lhe cinco prêmios, o que inclui o de melhor música. A partitura deu origem a duas suítes, uma compilada por Paul Hindemith, e a outra &ndash a ser ouvida pelo público da Filarmônica de Minas Gerais, por José Yves Limantour, que a estreou, no México, à frente da Sinfônica de Guadalajara, em 1960, e, na Europa, com a Filarmônica de Berlim, em 1963. Segundo Limantour, o &ldquoprimeiro movimento estabelece a atmosfera de toda a composição e pode ser entendido como um vasto prelúdio. O segundo, Noite de Jaranas, retrata um festival popular na forma de um scherzo. O terceiro, Noite de Yucatán, contém a música de amor do filme e representa o idílio entre a jovem maia e o engenheiro mexicano. Por fim, o quarto, Noite de Encantamento, prolonga o terceiro&rdquo.

 

Os artistas

 

O maestro convidado Carlos Pietro

 

Formado nas universidades de Princeton e Harvard, o mexicano Carlos Miguel Prieto estudou regência com Jorge Mester, Enrique Diemecke, Charles Bruck e Michael Jinbo e é celebrado nos EUA, no Canadá, na Europa e em seu país natal devido à regência dinâmica, às interpretações apaixonadas e à carismática presença de palco. Diretor artístico da Orquestra Sinfônica Nacional do México e da Orquestra Sinfônica de Minería, na Cidade do México, está, nos EUA, na décima temporada como diretor artístico da Orquestra Filarmônica da Louisiana, com a qual regeu artistas como Joshua Bell, Yo-Yo Ma e Pepe Romero. Em seu 25º aniversário, a orquestra comemora o retorno à sala de concertos Orpheum. Entre os destaques da atual temporada, há estreias com as orquestras Nacional Real Escocesa, Sinfônica de Bournemouth, Filarmônica de Estrasburgo, Deutsche Radio Philharmonie e Sinfônica de San Diego. Prieto volta a se apresentar com as sinfônicas de Bilbao, de Vancouver e da Cidade do Kansas e realizará quatro estreias mundiais.

 

Convidado frequente das sinfônicas de Chicago, Cleveland, Seattle, Oregon, Toronto e Vancouver, já se apresentou com grupos como NDR Radiophilharmonie, Sinfônica Escocesa da BBC, Filarmônica de Calgary, Orquestra da Rádio e Televisão Espanhola e orquestras de Valência e do Principado de Astúrias. Esta será sua segunda apresentação com a Filarmônica de Minas Gerais.É diretor artístico da Orquestra Jovem das Américas, composta por jovens músicos de 25 países ocidentais. Já regeu mais de 50 obras de compositores mexicanos e americanos e tem discografia extensa, junto aos selos Naxos, Sony, Cedille e Avantclassic. Gravou obras de Carlos Chávez, Bruch, Beethoven e Mendelssohn. Sua gravação de Korngold recebeu duas indicações ao Grammy. Com a Sinfônica de Minería, lançou box de 12 DVDs, com gravações ao vivo das sinfonias completas de Gustav Mahler. Violinista de talento, foi solista com a Orquestra Sinfônica Nacional do México e participou de diversos festivais. Como membro do Cuarteto Prieto, apresentou-se em salas no México, dos EUA e da Europa.

 

A violinista Ji Young Lim

 

Nascida em 1995, a violinista coreana Ji Young Lim conquistou o 1º prêmio no Concurso Rainha Elisabeth de 2015. Na Sala Minas Gerais, ao estrear com a Filarmônica, interpreta a obra apresentada no Palais des Beaux-Arts, em Bruxelas, nas finais do Concurso. Lim começou a tocar aos sete anos, foi aceita no Instituto Nacional Coreano para Talentos nas Artes e estudou na Universidade Nacional das Artes, com Nam Yun Kim.O vasto talento e a musicalidade prolífica sobressaem em competições nacionais e internacionais. A musicista venceu a Competição Internacional de Violino de Indianápolis, em 2014, e o prêmio especial Mozart. Em 2013, foi 1º lugar na Competição Internacional da Eurásia, no Japão, e recebeu o Prêmio MIMC, na Competição Internacional de Música de Montreal. Em 2012, venceu o Prêmio de Música Ishikawa, no Japão, e a Competição de Concerto das Grandes Montanhas, na Coreia. Em 2011, ficou em 3º lugar na Competição Internacional de Violino Henri Marteau.

 

Lim também já participou do Festival de Música Ishikawa e das séries de concertos no Centro de Artes de Seul. Além de apresentações em várias cidades da Coreia, a violinista realizou turnês no Japão, nos EUA, no Canadá, na Alemanha, na Suíça e em outros países europeus. Também já se apresentou com os maestros violinistas Maxim Vengerov, Joel Smirnoff e Koichiro Harada. Destaques da atual temporada incluem recitais e concertos, entre os quais, apresentações com a Orquestra Sinfônica de Carmel, em Indianápolis. Em sua agenda estão turnês por Ásia, América do Norte, América do Sul e Europa. Atualmente, a musicista estuda na Universidade Nacional de Artes da Coreia, sob orientação de Nam Yun Kim.

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

 

Criada em 2008, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais tornou-se um dos mais bem-sucedidos programas continuados no campo da música erudita, tanto em Minas Gerais como no Brasil. Sob a direção artística e regência titular de Fabio Mechetti, a Orquestra é atualmente formada por 92 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central, do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, desde sua criação a Orquestra realizou 641 concertos, com a execução de 835 obras, de 242 compositores, para mais de 800 mil pessoas, sendo que 40% do público pôde assistir às apresentações gratuitamente. O impacto desse projeto artístico durante os anos também pode ser medido pela geração de 60 mil oportunidades de trabalho direto e indireto.

 

O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com o título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). Tal escolha objetivou um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados. Um Termo de Parceria foi celebrado como instrumento que rege essa relação entre o Estado e a Oscip, contendo a definição das atividades e metas, bem como o orçamento necessário à sua execução.

 

Programação

 

A partir de 2015, quando a Orquestra passou a se apresentar na Sala Minas Gerais, sua programação foi intensificada. De 24, saltou para 57 concertos por assinatura, sempre com convidados da cena sinfônica mundial. Em 2016, estreiam com a Orquestra os regentes convidados Justin Brown e Dorian Wilson, além dos solistas Luis Ascot, Gabriela Montero, Clélia Iruzun, Antti Siirala e Lara St. John . O público também terá a oportunidade de rever grandes músicos, como os regentes Rodolfo Fischer, Carl St. Clair, Marcelo Lehninger, Carlos Miguel Prieto e Cláudio Cruz, e os solistas Celina Szrvinsk, Miguel Rosselini, Barry Douglas, Angela Cheng, Arnaldo Cohen, Conrad Tao, Natasha Paremski, Cristina Ortiz, Luíz Filíp, Vadim Gluzman, Asier Polo, Leonard Elschenbroich, Fábio Zanon, Denise de Freitas e Fernando Portari.

 

A Filarmônica também desenvolve projetos dedicados à democratização do acesso à música clássica de qualidade. São turnês em cidades do interior do estado, concertos para formação de público, apresentações de grupos de câmara, bem como iniciativas de estímulo à profissionalização do setor no Brasil &ndash o Festival Tinta Fresca, dedicado a compositores, e o Laboratório de Regência, destinado ao aprimoramento de jovens regentes. Já foram realizadas 85 apresentações em cidades mineiras e 30 concertos em praças públicas e parques da Região Metropolitana de Belo Horizonte, mobilizando um público de 285 mil pessoas. Mais de 70 mil estudantes e trabalhadores tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre obras sinfônicas, contexto histórico musical e os instrumentos de uma orquestra, participando de concertos didáticos.

 

O nome e o compromisso de Minas Gerais com a arte e a qualidade foram levados a 15 festivais nacionais, a 32 apresentações em turnês pelas cinco regiões brasileiras, bem como a cinco apresentações internacionais, em cidades da Argentina e do Uruguai.

 

A Filarmônica tem aberto outras frentes de trabalho, como a gravação da trilha sonora do espetáculo comemorativo dos 40 anos do Grupo Corpo, Dança Sinfônica (2015)criada pelo músico Marco Antônio Guimarães (Uakti). Com o Giramundo Teatro de Bonecos, realizou o conto musical Pedro e o Lobo (2014), de Sergei Prokofiev. Comercialmente, a Orquestra já lançou um álbum com a Sinfonia nº 9, &ldquoA Grande&rdquo de Schubert (distribuído pela Sonhos e Sons) e outros três discos com obras de Villa-Lobos para o selo internacional Naxos.

 

Prêmios

 

Reconhecida e elogiada pelo público e pela crítica especializada, em 2016 a Filarmônica e o maestro Mechetti receberam o Troféu JK de Cultura e Desenvolvimento de Minas Gerais. A Orquestra, em conjunto com a Sala Minas Gerais, recebeu o Grande Prêmio Concerto 2015. Ainda em 2015, o maestro Fabio Mechetti recebeu o Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico. Em 2012, a Filarmônica foi reconhecida com o Prêmio Carlos Gomes de melhor orquestra do Brasil e, em 2010, com o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) de melhor grupo musical erudito. No ano de 2009, Fabio Mechetti recebeu o Prêmio Carlos Gomes de melhor regente brasileiro por seu trabalho à frente da Filarmônica.

 

O Instituto Cultural Filarmônica recebeu dois prêmios dentro do segmento de gestão de excelência. Em 2013, concedido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais, em parceria com o Instituto Qualidade Minas (IQM), e em 2010, conferido pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (USP). Na área de Comunicação, foi reconhecido com o prêmio Minas de Comunicação (2012), na 10ª Bienal Brasileira de Design Gráfico (2013) e na 14ª Bienal Interamericana de Design, ocorrida em Madri, Espanha (2014).

 

SERVIÇO

 

Série Presto

6 de outubro &ndash 20h30

Sala Minas Gerais

 

Série Veloce

7 de outubro &ndash 20h30

Sala Minas Gerais

 

Carlos Miguel Prieto, regente convidado

Ji Young Lim, violino

 

BERNSTEIN                      On the town

BRAHMS                           Concerto para violino em Ré maior, op. 77

REVUELTAS                      La Noche de los Mayas

 

 

 

Ingressos: R$ 34,00 (Balcão Palco e Coro), R$ 44,00 (Mezanino), R$ 56,00 (Balcão Lateral), R$78,00 (Plateia Central) e R$98,00 (Balcão Principal).

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais &ndash Rua Tenente Brito Melo, 1090 &ndash Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.

Aos sábados, das 12h às 18h.

Em sábados de concerto, das 12h às 21h.

Em domingos de concerto, das 9h às 13h.

 

São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

http://www.filarmonica.art.br/

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